Mas o hacking nem sempre tem a intenção de causar danos. Um consumidor que usa seu smartphone pessoal para executar programas personalizados também é, tecnicamente falando, um hacker.
Hackers mal-intencionados construíram uma enorme indústria de crimes cibernéticos, onde os bandidos lucram com ataques cibernéticos, extorquindo vítimas ou vendendo malware e dados roubados uns aos outros. Estima-se que o custo global de todos os crimes cibernéticos atinja quase US$ 24 trilhões até 2027.1
Ataques maliciosos podem ter consequências devastadoras. As pessoas enfrentam roubo de identidade, roubo de dinheiro, entre outros. As organizações podem sofrer períodos de downtime do sistema, vazamentos de dados e outros danos que levam à perda de clientes, redução de receita, danos à reputação, multas ou outras punições legais. Em um contexto geral, de acordo com o relatório do custo das violações de dados da IBM, o custo médio da violação de dados para uma organização é de US$ 4,88 milhões.
Na outra extremidade do espectro do hacking, a comunidade de cibersegurança depende de hackers éticos (hackers com intenções úteis e não criminosas) para testar medidas de segurança, lidar com falhas de segurança e evitar ameaças cibernéticas. Esses hackers éticos ganham a vida ajudando as empresas a reforçar seus sistemas de segurança ou trabalhando com as autoridades policiais para derrubar seus equivalentes maliciosos.